sexta-feira, 20 de março de 2009

sábado, 14 de março de 2009

quarta-feira, 11 de março de 2009

Desenhos para Colorir


















































Coisas simples que ajudam seus filhos a aprenderem


Pais e encarregados de cuidar das crianças, são pessoas muito ocupadas. Cheias de responsabilidades, emprego fora de casa, roupa para lavar, casa para cuidar, etc.
No entanto, por mais ocupados que possam ser, eis aqui um monte de coisas que elas podem fazer, sem atrapalhar seus afazeres corriqueiros, e que vai auxiliar suas crianças pequenas a se prepararem melhor para enfrentar a Escola. Como as pessoas não estão dispostas a deixarem sua rotina diária de lado para se dedicarem às suas crianças, eis aqui algumas sugestões.
São Pequenas coisas que tem um grande efeito. A maioria destas coisas custam pouco ou nada, e podem ser feitas sem alterar o ritmo de sua rotina diária.
A seguir, 15 Coisas Simples que qualquer Pai ou responsável pode fazer para ajudar seus filhos a aprenderem mais.


01) Escute-os e preste mais atenção aos seus problemas ou probleminhas;
02) Leia com eles;
03) Conte-lhes histórias da família;
04) Limite seu tempo de ver televisão ou no computador;
05) Tenha sempre livros e outros materiais de leitura espalhados pela casa;
06) Ajude-os a encontrar "aquelas palavras" no dicionário;
07) Motive-os a usar e consultar uma Enciclopédia, ao invés de pegar tudo pronto;
08) Compartilhe suas histórias, Poemas e Canções favoritas com eles;
09) Leve-os à Biblioteca para que tenham seu próprio cartão de acesso aos livros;
10) Leve-os aos Museus e Lugares Históricos, sempre que possível;
11) Discuta as novidades do dia ou o que achar que é mais interessante com eles;
12) Explore as coisas junto com eles e aprenda sobre plantas, animais, história e geografia, etc.;
13) Ache um lugar sossegado para eles estudarem;
14) Faça sempre uma revisão nas suas tarefas de casa;
15) Mantenha sempre contato com seus professores.

Fonte:U.S. Department of Education/Helping Your Child Get Ready For School series
Adaptação: Site de Dicas.

Sugestão de Brincadeiras


01) AMARELINHA

Faz-se um desenho no chão com o seguinte formato, como o desenho ao lado.
O primeiro jogador, joga a pedra no número 1 e com um pé só pula o 1 pisando no 2, 3 e 4 ao mesmo tempo, 5 com um pé, 6 e 7? ao mesmo tempo, vira e volta, quando chegar no 2 pega a pedra no 1 e pula fora. Depois joga no 2 e assim em diante.






ELEFANTINHO COLORIDO
As crianças ficam em roda euma delas fala:
__ Elefante colorido!
Os outros perguntam:
__ De que cor ele é?
A criança deverá escolher uma cor e as outras deverão tocar em algo que tenha esta cor. Se não
achar esta cor o elefantinho irá pegá-lo.


ANDAR IMITANDO PESSOAS E OBJETOS
Preparação: As crianças ficarão em filas e o professor irá coordenar a brincadeira.
Evolução: Imitar um velhinho, um cego atravessando a rua, uma pessoa distraída, um bebê chorando, um robô, uma mãe carregando o filho no colo, alguém com muita pressa, um professor no quadro de giz, etc.
Contribuição: Coordenação motora, observação, memória visual.

ESCRAVOS DE JÓ
Escravos de Jó
Jogavam caxangá
Tira, bota, deixa
O Zé Pereira ficar.
Guerreiros, com guerreiros.
Fazem zigue, zigue, zá.
Guerreiros, com guerreiros.
Fazem zigue, zigue, zá.
Coreografia: Formada a roda, as crianças permanecem paradas, podendo inclusive ficar sentadas, com um objeto igual para todos, na mão direita. Ao ritmo da música, marcando os tempos fortes, iniciam a brincadeira de passar o objeto que têm na mão direita para o vizinho da direita, e receber com a mão esquerda o objeto do vizinho da esquerda (se estiver de pé), trocando-o rapidamente de mão.
Quando a letra diz “zigue, zigue, zá”, o objeto é retido na mão direita, e só passado para a pessoa da direita na última palavra.
Quando a turma já estiver craque nesta modalidade vale tentar com “boca chiusa” (com a boca fechada, fazendo um som nasal), substituindo o canto, depois pro assobio e por último, sem som nenhum.
Observação: Quando o jogo é feito sentado (geralmente em torno de uma mesa), pode-se usar somente a mão direita, largando-se o objeto sempre à frente do vizinho da direita. Vão saindo da roda aqueles que se perderem no ritmo, ou passarem mal o objeto, que pode ser caixinha de fósforo, ou qualquer outro objeto que seja fácil de tomar com uma só mão. Para super cobras no jogo, pode ser tentada uma rodada especial invertendo o sentido da brincadeira (para a esquerda).
Contribuição: Adultos e crianças do mundo inteiro utilizam a canção para facilitar as trocas sociais. O poder comunicativo da música congrega as pessoas em atividades coletivas para fins de lazer ou de trabalho.





Os filhos devem aprender a disciplina pelas conseqüências de seus atos.


Na educação dos filhos, os pais muitas vezes tentam poupá-los do medo, da raiva, da tristeza e da vergonha. Não querem que os filhos sintam dor, nem sofram. Outras vezes, expõem os filhos prematuramente a emoções negativas. É difícil alcançar o equilíbrio.
Querer controlar demais os filhos é uma tarefa fadada ao fracasso. Por exemplo, acabei de falar com um jovem de 18 anos. Ele é muito resistente para se relacionar. Faz uso freqüente da agressividade passiva, ou seja gosta de fazer os outros sofrerem sem demonstrar o que sente. No fundo, ele tem uma profunda raiva pela maneira como foi criado, apesar de a mãe ter feito o que pôde e o que não pôde para que fosse bem tratado pela tia que tomava conta dele. Após muito esforço para deixar a raiva aflorar, hoje ele disse: “Eu fiquei com muita raiva de minha mãe.” Perguntei: “O que aconteceu?” Ele relatou que, quando tinha cinco anos de idade, foi com a mãe a um parquinho. Lá havia uma barraca onde se podia pescar peixinhos de plástico e ganhar prêmios. Ele queria pescar, queria acertar o anzol na argola do peixinho. Estava difícil para sua coordenação motora. A mãe ficou muito ansiosa e tomou a vara dele. Acabou o tempo e ela também não pegou nada. Ele nunca mais a perdoou pela intromissão. Muitas vezes é isso que acontece quando os pais correm na frente dos filhos e não os deixam experimentar os momentos da vida. São nesses momentos de acertos e erros que eles constroem sua bagagem, seu repertório, sua experiência de vida. Tal experiência irá capacitá-los a assumir as tarefas mais complicadas da vida adulta. Impedi-los de tentar é uma técnica garantida para incapacitá-los para as responsabilidades da maturidade. Há pais que começam muito mais cedo a impedir que os filhos sintam as conseqüências do próprio comportamento. Podemos observar uma criança provocando a mãe ao jogar a chupeta no chão. Ela joga, a mãe pega; joga de novo e a mãe pega novamente. O jogo segue por várias vezes; é o mesmo ritual se repetindo. O pior é que às vezes a mãe pega sorrindo e feliz da vida. Depois, a criança joga a colher e a mãe pega. Mais tarde, ela joga a roupa no chão porque não quer vestir e a mãe pega. A mãe sempre pega. Um dia a mãe está irritada, ou nervosa, ou cansada, ou tudo isso junto e em vez de pegar dá uns tapas. O problema não foi resolvido; foi apenas interrompido. Chega uma hora que a criança pega algo na escola e a mãe não a faz devolver. “É só uma borracha!” Aí aparece um brinquedo em casa. A mãe vai e devolve para poupar a criança da vergonha de devolver. A adolescência chega, o filho pega a chave do carro e sai, tarde da noite, enquanto os pais estão dormindo. Bate o carro, chama os pais e lá vão eles para livrar a pele do filhinho. Fica reprovado na escola, os pais dão um jeito e passa, ou arrumam uma escola que não reprove. Engravida a namorada, e os pais providenciam o aborto. Engravida outra que não faz o aborto, e os pais têm que sustentar o neto. Quando a criança vai crescer? Crescer é amadurecer e amadurecer é aprender. Aprender é direcionar o comportamento, assumindo as conseqüências. É mudar o comportamento, incorporar novas respostas, exercer o controle sobre a própria ação, praticar a disciplina. Hoje, diz-se que é exercitar a auto-regulação dos próprios atos. É prestar atenção nos efeitos do que faz e arcar com ônus causado.

Respostas e reforço
Parece que a psicologia pode colaborar conosco apresentando alguns conceitos irrefutáveis sobre o processo de aprender. Podemos partir de dois pontos de vista para chegar ao mesmo resultado. Um deles é a lei do efeito. Segundo essa lei, o resultado satisfatório nos leva a adquirir uma resposta, a incorporar um comportamento. Se o efeito for positivo, a nosso favor, tentamos de novo a mesma resposta para ter o mesmo resultado desejado. Partimos de respostas simples para respostas complexas. É claro que, quanto mais complexa for a ação, mais difícil será a sua interpretação. Outro enfoque parecido é o conceito de reforço. Isso significa que, se houver recompensa para uma resposta dada pelo indivíduo, haverá a tendência de repetir a mesma resposta. É assim que aprendemos boa parte de nossos comportamentos. A repetição da resposta tem a ver com o reforço, a recompensa, o prêmio. Desde os primeiros momentos de vida, a criança experimenta esse processo. Se os pais ficam contentes com o recém-nascido, as coisas fluem mais fácil. Se a mãe está feliz quando o bebê olha para ela, ela sorri para ele. Quanto mais ela sorri, mais ele vai olhar. Se a mãe não sorrisse, nem fizesse qualquer outra mímica de aprovação, ele não olharia mais para a mãe. Muitos de nossos comportamentos são condicionados.
Há outros elementos que entram no processo de aprender, de elaborar a experiência e de construir o repertório de recursos pessoais. São fatores como o ambiente, a biologia, as circunstâncias, o contexto e a própria escolha do indivíduo. O poder de escolha individual é importantíssimo porque pode redirecionar qualquer expectativa de efeito ou de reforço.
Tendo em vista o efeito, o reforço, o contexto e a escolha, é de suma importância deixar a criança aprender pelas conseqüências das opções que faz. Ela precisa saber que o controle deve vir de dentro dela e não de fora. Ela é a responsável pelo seu comportamento. Essa é uma experiência que causa dor e traz sofrimento, mas é inevitável.

Crescer é sofrer
Aqui é onde os pais amolecem e se perdem, pensando que podem impedir os filhos de sofrer. Eles se esquecem de que crescer é sofrer, pois não há mudança sem dor. A criança está se transformando a cada dia, deparando-se com novas exigências típicas da idade, as quais precisa cumprir para evoluir. As exigências são tarefas variáveis conforme a idade. Se a criança executá-las, amadurece. Se os pais fizerem tudo por ela, estão incapacitando-a para obrigações típicas da vida.
Pensemos num comportamento simples: tomar banho e deixar a toalha molhada jogada no chão. A mãe resmunga, xinga, mas pega a toalha. A conseqüência imediata é a raiva contida da mãe, uma, duas, dez vezes, sem nada acontecer. A conseqüência futura será raiva do cônjuge.
Seria bom a criança aprender com as conseqüências. Deixe a toalha no chão. No próximo banho, ela pega a toalha. Pode durar uma semana, quinze dias, mas a criança aprende. Assim que os filhos percebem a determinação dos pais de deixá-los arcar com as conseqüências, eles mudam de idéia rapidinho. Deixar a criança sofrer as conseqüências do comportamento não é punição. Pela punição, a criança se torna reativa e não ativa. Ela cresce e passa a reagir diante do mundo com medo, inibição, insegurança, raiva reprimida, inadequação social e falta de intimidade, resultando em uma série de problemas de relacionamento. Seu referencial será o exterior e não o seu próprio interior.
Ela vai passar a vida buscando fora de si a explicação para o que lhe acontece. Quando os pais deixam o filho arcar com as conseqüências, estão expressando aceitação, não rejeição. Estão aceitando que o filho arque com os efeitos da escolha que fez. Se ele quer a toalha seca, que a pendure. Se a tolha molhada não o incomoda, por que o pai ou a mãe vai se desesperar? É preciso paciência, firmeza e determinação.
Quanto mais cedo o filho compreender que a vida consiste de custos e benefícios, perdas e ganhos inerentes em cada ação, melhor. Na aplicação das conseqüências, os pais mostram as opções. Quando se dá uma opção, é necessário aguentar as conseqüências da escolha feita. O filho aprende a se ver como agente, ator, autor, iniciador de uma ação, quando arca com as conseqüências de suas escolhas, de seus atos e de suas relações. Ele descobre que pode se controlar quando paga pelo que faz.
É deixando os filhos assumirem as conseqüências de suas escolhas que os pais permitem que eles se independam. Só assim eles aprenderão a seqüência dos eventos, a hierarquia dos privilégios, a ordem das coisas e as preferências pessoais. Só assim poderão mudar e incorporar novas idéias que tornarão a caminhada existencial mais suave. Os filhos merecem a oportunidade de escolher e pagar o preço pela escolha feita.
Faz bem recordar que, assim como os músculos se fortalecem pela prática e pelo exercício, a autoconfiança do filho brota quando a força pessoal vence barreiras entre ele e seus ideais. Criar um filho com êxito é prepará-lo, com amor e limites, para aceitar as conseqüências de seus atos certos ou errados, bons ou ruins, positivos ou negativos.

Fonte:Belisário Marques é doutor em psicologia pela Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. (Revista Vida e Saúde)Matéria enviada.
Já Conversou com o seu Filho Hoje?
Luciana Ibri - Psicoterapeuta



Muitos dos problemas na relação entre pais e filhos se devem à falhas na comunicação. Em muitos momentos os pais não compreendem e se preocupam com algumas atitudes dos filhos. Nesta situação, o diálogo é um caminho fundamental para que exista maior participação e integração com os filhos.
Existem porem várias formas de diálogo e os pais devem estar atentos a isso. Muitas vezes inclusive o silêncio é uma forma de expressão que deve ser respeitada e compreendida, e em outros momentos longos papos que revelem idéias e emoções podem fluir naturalmente. Comunicar implica em saber ouvir, perceber e compreender as varias maneiras de expressão de uma pessoa, que revelam suas emoções, idéias, vontades etc. assim como tentar ser percebido e compreendido em nossa forma de expressão.
As crianças pequenas por exemplo, tem seu universo particular de comunicação. Não poderíamos esperar que uma criança de cinco anos conversasse transmitindo organização e maturidade de pensamentos com alguém de 35 anos. Assim sendo para conseguirmos nos comunicar de forma saudável com uma criança é preciso entrar em seu universo infantil.
Um dos principais problemas que dificultam a comunicação é o receio de não ser compreendido. Experiências passadas em que não fomos bem recebidos e aceitos podem causar certa ”magoa” ou deixar como seqüela uma angustia interna que impedirá posteriormente de nos manifestarmos livremente com receio de sofrer uma situação semelhante de humilhação e sofrimento. Esse problema não emerge inicialmente nos filhos que ainda tem poucas experiências de vida, mas sim ocorre freqüentemente com os pais, ou seja, muitas vezes a dificuldade de se expressar encontra-se primeiramente nos pais, que devem superá-la para estabelecer nova dinâmica de relacionamento com seu filho.
Pais que são demasiado rígidos, não toleram erros, e só aceitam comportamentos preestabelecidos para os filhos, agindo com repressão, desvalorização ou desinteresse com o que a criança manifesta espontaneamente, estão sem duvida interrompendo o fluxo espontâneo de comunicação entre eles e ainda podem afetar a auto- confiança nas realizações e a capacidade de expressão dos filhos.
A comunicação familiar é fundamental para que os filhos desenvolvam a habilidade de comunicação futura em outras situações como na profissão ou nas relações afetivas e sociais. É também importante para a própria saúde emocional dos familiares que convivem juntos e passam por tantos momentos particulares, que acabam afetando a dinâmica interna do lar. É através da comunicação que os sentimentos e opiniões podem fluir livremente, propiciando um relacionamento mais intimo e verdadeiro.
Algumas Dicas
- Mostre interesse sobre os assuntos diários de seus filhos;
- Não demonstre qualquer julgamento que possam desvalorizá-los, ao contrario, elogie o que considerar positivo;
- Não espere que seus filhos tenham comportamentos, pensamentos ou vontades que sejam iguais aos seus, apenas atente pelo que não for saudável e respeite o que forem as escolhas que os deixem felizes;
- Respeite a privacidade e compartilhem suas opções e realizações;